DECLARAÇÃO PESSOAL

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Clara H. Whyte, M.A., é uma economista e uma politóloga cujo interesse principal está enfocado no desenvolvimento sustentável, entendido nas suas dimensões tanto econômicas quanto sociais, ambientais e políticas. Trata-se de pensar, elaborar e pôr em prática formas de organização socioeconômicas e políticas que permitam às presentes gerações ter uma boa qualidade de vida enquanto asegurando-se de deixar às gerações futuras os recursos, não apenas econômicos mas também culturais, sociais, políticos e ambientais, que lhes permitam fazer o mesmo.


Para uma economista, isso requer uma grande mudança de paradigma na medida em que não trata-se mais de centrar a nossa atenção no conceito de crescimento (ou de decrescimento) do capital econômico, mas sim de reposicionar o ser humano e as suas necesidades, não apenas econômicas mas também emocionais ou até mesmo espirituais, no coração da reflexão. Portanto, isso exige adoptar uma abordagem decididamente humanista.


Para o efeito, Clara Whyte interessa-se também muito por a filosofía política no sentido em que ela nos leva precisamente a interrogar-nos sobre os modos de organização política das sociedades humanas, e em particular sobre as formas de governo e de liderança que desejamos inventar e instituir, assim como sobre a maneira de preparar as gerações futuras para elas, inclusive graças à educação.


Ela tem um interesse particular nos filósofos humanistas da Antiguidade tais como os Gregos Platão e Aristóteles, u o Chinês Confucius, assim como em certos filósofos do Iluminismo como Montesquieu.


Compreender-se-á então que a sua atenção está inteiramente voltada para a Vida sob todas as suas formas, que sejam a biodiversidade e os ecosistemas, ou as comunidades humanas e em particular as crianças na medida em que elas são o futuro delas.

Nesse sentido, ela acha difícil entender os movimentos de pensamento que tendem a fazer com que o meio ambiente e as gerações futuras tornem-se numa fonte permanente de angústia. A sua maneira de considerar as coisas está mais voltada para o adagio que diz que “enquanto há Vida, há Esperança”.


Aliás, é por isso que, nos últimos anos, ela voltou a estudar e conseguiu mais de 70 créditos universitários em Ciências, principalmente em ciências agroalimentares e em biologia, assim como em métodos quantitativos.


Esses conocimentos lhe permitem ter uma abordagem holística da gestão dos recursos vivos, baseada tanto nos aspectos econômicos e sociopolíticos quanto biológicos – em particular no que tem a ver com o setor agrícola e agroalimentar. Essa abordagem assegura um bom uso presente de ditos recursos a fim de sustentar as gerações atuais enquanto garantindo que ainda estarão tão disponíveis para as gerações futuras.


Finalmente, sempre empurrada por esse amor por a Vida e por a Humanidade, Clara Whyte viajou muito e trabalhou – principalmente no setor agroalimentar – em várias comunidades e ecossistemas muito diversificados indo do Quebec no Canadá, até comunidades indígenas quechuas e aimaras dos Andes bolivianos, passando por distintas regiões e comunidades brasileiras da Mata Atlântica, do Amazonas ou do Cerrado.


Aliás, ela fala fluentemente Francês, Inglês, Espanhol e Português. Também pode expressar-se bem em Alemão e está aprendendo Chinês Mandarim.


Em conclusão, ela acredita profundamente que cada um de nós é apenas um elo de uma longa cadeia histórica e que tanto ao nível sociocultural quanto ambiental, nós somos depositários de uma herança proveniente das gerações anteriores e que cabe-nos preservar como também fazer crescer, afim de transmití-la às gerações futuras ainda mais florescente do que a recebimos.


Nesse sentido, ela está convencida de que com os valores adecuados e uma boa organização sociopolítica, esse ambicioso projeto está totalmente ao nosso alcance e que consequentemente tanto o meio ambiente quanto as gerações futuras deveriam ser para nós fontes de esperança e não de ansiedade.


© Clara H. Whyte, 2019 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. [email protected]